Em Lisboa...
O andar rápido das pessoas aflige-me e por piada (e não ter muito mais que fazer) entrei em competição com alguns e perdi sempre, fosse no semáforo que devem ter uma subscrição qualquer e que lhes notificam 30 segundos antes que o sinal vai mudar para verde e lhes possibilita um real avanço, quer nas derrapagens dos passeios de calçada portuguesa onde a cor que predomina é branca e não aderem aos meus reais tacões açorianos como adere o basalto.
Sou literalmente muito menos pobre aqui do que na Metrópole. Tu olhas uma vez para a etiqueta de uns Peep Toes Carolina Herrera e para evitar o desmaio vais tentar apanhar ar um pouco mais à frente. A seguir e porque estou convencida que colocam uns imans invisíveis passas uma segunda vez e agarras não só na etiqueta mas também já no sapato e começas a pensar que afinal e vendo bem são caros mas...deixaram de ser muito caros. Tornas a dar mais uma volta e misteriosamente regressas direitinha ao ponto de partida e desta vez agarras na etiqueta (como se por acaso houvesse alguma proabilidade de em 10 minutos o preço pudesse ter baixado) agarras no sapato e coincidência das coincidências até é o teu número.Valeu-me uma chamada telefónica que me baixou à realidade e fez-me tomar consciência da minha real "vidinha".
Em Lisboa adquiro rugas na testa, assusta-me a grandeza e a largura das ruas.
Em Lisboa eu não sou eu!
Definitivamente Lisboa não é a minha praia!(valeu-me os amigos, as saudades, a Ana, o aumento do conhecimento no Congresso da Ordem e...o sushi.Ah!!! e já me esquecia do bêbado que me disse que eu tinha uns olhos muito bonitos e que me queria dar uma cerveja e um beijo).
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Hoje, num momento de pausa sem Kit Kat mas com um cigarro e aproveitando para vasculhar no facebook, encontrei num mural uma frase do MEC sobre a dificuldade que os outros têm de aceitar a felicidade dos outros sem os primeiros acusarem os segundos de estarem a gozar com a pobreza deles. Muito teria eu a dizer sobre isto, no entanto e depois de ler vários comentários deparei-me com um que dizia que a felicidade não existia mas sim o estado da constante procura dela, e fiquei com a certeza que aquela pessoa em questão acreditava piamente no que tinha escrito. E para mim é tão fácil ser feliz. Sou feliz a comer, a conversar, a passear, a ver o mar, a amar, a ler, a jogar, a viajar (nem que seja às Furnas), a preparar uma viagem, a ouvir música, a ouvir a minha filha, a levantar ferro e até a arrumar as últimas caixas dos medicamentos de uma compra feita com uma excelente bonificação. E depois de tudo isto que escrevi estou para aqui a ruminar se o problema é meu, se sou eu que me contento com pouco e a felicidade é muito mais do que isto.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
"Momento de epífania do dia" ou "Cai na real que não tens 29.99 euros para dar pelos colares hiper mega grandes de usar junto ao pescoço que viraram moda"
Amanhã vou revirar as caixas dos colares das américas e que os guardei para uma eventual fantasia a usar num carnaval e aposto que por lá andam coisas fantásticas (fantásticas até passar esta moda e voltarem novamente a piroseira hiper mega grande).
Amanhã vou revirar as caixas dos colares das américas e que os guardei para uma eventual fantasia a usar num carnaval e aposto que por lá andam coisas fantásticas (fantásticas até passar esta moda e voltarem novamente a piroseira hiper mega grande).
domingo, 7 de outubro de 2012
A minha Mariana disse-me hoje que tinha a certeza que eu tinha sido uma croma na faculdade. Coloquei o meu ar mais convicente e disse-lhe que não, que eu até ia ao cinema e tudo. Riu-se que nem uma perdida e eu deixei-me estar, sossegadita e a pensar que bem que tu fazes em pensar isso de mim, estás a dar-me muitas armas para daqui uns anitos....
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Ontem ao jantar e sem me aperceber a Mariana foi buscar, a pedido da minha amiga Susana, o meu par de chinelos de "estimação". Qual não é o meu terror quando no fim da noite olho para os pés da minha amiga e vejo as suas lindas unhas pink, dos dois dedos grandes dos pés a espreitaram para fora através dos dois grandes buracões e a fazerem "pendant" com o desenho bordado a pink também. Terror este que passou rapidamente quando ela na sua maior inocência me pergunta onde arranjei aqueles chinelos tão originais...
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Das saudades da faculdade...Não tenho nenhumas!
Tenho sim saudades do meu Porto, das ruas, dos cheiros, da não luz e dos pregões.
Tenho sim saudades das amigas, dos risos, das fumaças e dos cafés.
Tenho sim saudades do meu apartamento, das noites que passávamos a jogar às cartas, dos jantares, dos choros e dos risos.
Tenho sim saudades de passear por Cedofeita, sozinha e senhora do meu nariz, de namorar as roupas e as tartes de nata nas montras.
Tenho sim saudades de sentir saudades de minha casa, da minha família, das minhas amigas e de riscar os dias no calendário até ao dia das férias.
Tenho sim saudades de ver telenovelas, de jantarmos juntas e de sonhar com amores impossíveis.
Tenho sim saudades dos croissants, do pão quente, dos crepes do Made Inn e de não fazer contas às calorias ingeridas.
Tenho sim saudades das luzes da Ponte de D.Luís, de ver o rio a correr para a Foz, da Avenida dos Aliados e da cabeleireira que me cortou o cabelo à rapaz.
Da Foz e da Faculdade não tenho nenhumas saudades!
Tenho sim saudades do meu Porto, das ruas, dos cheiros, da não luz e dos pregões.
Tenho sim saudades das amigas, dos risos, das fumaças e dos cafés.
Tenho sim saudades do meu apartamento, das noites que passávamos a jogar às cartas, dos jantares, dos choros e dos risos.
Tenho sim saudades de passear por Cedofeita, sozinha e senhora do meu nariz, de namorar as roupas e as tartes de nata nas montras.
Tenho sim saudades de sentir saudades de minha casa, da minha família, das minhas amigas e de riscar os dias no calendário até ao dia das férias.
Tenho sim saudades de ver telenovelas, de jantarmos juntas e de sonhar com amores impossíveis.
Tenho sim saudades dos croissants, do pão quente, dos crepes do Made Inn e de não fazer contas às calorias ingeridas.
Tenho sim saudades das luzes da Ponte de D.Luís, de ver o rio a correr para a Foz, da Avenida dos Aliados e da cabeleireira que me cortou o cabelo à rapaz.
Da Foz e da Faculdade não tenho nenhumas saudades!
A puta da gata surda que tem um olho verde e um azul e que até lhe cresceram duas bolas à volta da suposta vagina, conseguiu a proeza de me abrir a torneira e inundar-me o rés do chão. Passei duas horas a empurrar água para a rua e a verbalizar todos os palavrões e pragas por mim conhecidos. Até que me lembrei que isto tudo afinal não passou de um teste para amanhã, Vítor Gaspar considere-me preparada em tudo o que diz respeito a palavrões na ponta da língua. Até amanhã.
domingo, 30 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Arrastei, ou melhor obriguei o meu marido a ir hoje, num domingo ao nosso Centro Comercial.
Ele quase igual aos tantos outros maridos, a rezar internamente de cada vez que se entrava numa loja para que esta fosse a última.
Eu, determinada na minha tarefa de comprar roupa e sapatos para a minha Marianita, aproveitando os cheques prenda que recebeu no seu aniversário.
Elas (Marianita, afilhada e irmã da afilhada) a aproveitar e a darem as suas opiniões sobre as farpelas que íamos vendo.
Se no principio tentei dar ouvidos a todas, tentando ser democrática e insistindo na discussão e na diversidade de opiniões sobre cada sugestão de roupa, rápidamente me apercebi que não ia a lado nenhum com este sistema, portanto passado meia hora de centro comercial virei uma ditadora implacável, mentindo descaradamente e enganando-as a torto e a direito.Passado uma hora já existia um par de sapatilhas, umas calças, uma camisola, prenda para afilhada escolhida (or not) por ela própria e camisola para a irmã da afilhada. E finalmente o marido igual aos outros todos, carregadinho de sacos de compras.
(e nos intervalos ainda consegui arranjar uma camisola para mim e um colar que quase que aposto que me vai ficar muito bem).
Ele quase igual aos tantos outros maridos, a rezar internamente de cada vez que se entrava numa loja para que esta fosse a última.
Eu, determinada na minha tarefa de comprar roupa e sapatos para a minha Marianita, aproveitando os cheques prenda que recebeu no seu aniversário.
Elas (Marianita, afilhada e irmã da afilhada) a aproveitar e a darem as suas opiniões sobre as farpelas que íamos vendo.
Se no principio tentei dar ouvidos a todas, tentando ser democrática e insistindo na discussão e na diversidade de opiniões sobre cada sugestão de roupa, rápidamente me apercebi que não ia a lado nenhum com este sistema, portanto passado meia hora de centro comercial virei uma ditadora implacável, mentindo descaradamente e enganando-as a torto e a direito.Passado uma hora já existia um par de sapatilhas, umas calças, uma camisola, prenda para afilhada escolhida (or not) por ela própria e camisola para a irmã da afilhada. E finalmente o marido igual aos outros todos, carregadinho de sacos de compras.
(e nos intervalos ainda consegui arranjar uma camisola para mim e um colar que quase que aposto que me vai ficar muito bem).
terça-feira, 11 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
Ela chegou-se à nossa beira, pediu licença, poisou a sua mala e o seu copo na nossa mesa em frente ao palco no Coliseu e disse-nos que ia viver o momento. Alta, loira, de cabelos encaracolados e com um corpinho de fazer inveja (mas não necessariamente bonita). Ela dançou como quis e bem entendeu, sem se chatear com os nossos olhares e os dos outros. Ali, naquele momento era ela, o som da Banda@com e o seu momento.
A partir desta noite entre o nosso grupo sempre que alguém decide fazer uma maluqueira e não pretende dar satisfações a ninguém diz em honra da Loira do Coliseu que vai viver o seu momento.
Ontem, na festa da RFM, avistei-a. Veio de mansinho com o seu jeitinho para a dança, sorriso nos lábios, pendurou a sua mala na porta ao lado e decidamente começou a viver mais um seu momento. Assisti deliciada a mais este momento daquela figura anónima que há dois anos e com uma simples frase, muito tema de conversa nos trouxe ao grupo.
Não resistindo à tentação fui-me aproximando dela, coloquei a minha mão no ombro e disse-lhe: " Você não me conhece de lado nenhum, chamo-me Teresa e há dois anos numa festa Branca do Coliseu você refrescou a nossa maneira de ser". Riu-se imenso, abraçou-me, disse-me que se chamava Clarisse e que tinha sido um prazer.
A partir desta noite entre o nosso grupo sempre que alguém decide fazer uma maluqueira e não pretende dar satisfações a ninguém diz em honra da Loira do Coliseu que vai viver o seu momento.
Ontem, na festa da RFM, avistei-a. Veio de mansinho com o seu jeitinho para a dança, sorriso nos lábios, pendurou a sua mala na porta ao lado e decidamente começou a viver mais um seu momento. Assisti deliciada a mais este momento daquela figura anónima que há dois anos e com uma simples frase, muito tema de conversa nos trouxe ao grupo.
Não resistindo à tentação fui-me aproximando dela, coloquei a minha mão no ombro e disse-lhe: " Você não me conhece de lado nenhum, chamo-me Teresa e há dois anos numa festa Branca do Coliseu você refrescou a nossa maneira de ser". Riu-se imenso, abraçou-me, disse-me que se chamava Clarisse e que tinha sido um prazer.
sábado, 8 de setembro de 2012
Depois de Edward Maya, Festa Branca Coliseu, Festa Branca Vila Franca, Festa Azul & Branca, intercaladas por noites no Campo de S. Francisco, jantares e churrascos, hoje é o dia da Flower Power da RFM. Com esta, prometo encerrar o verão e voltar à minha seca de vida.
(para aqueles que já não podiam ver mais a cara do Sérgim aquando a sua passagem por esta casa, fica o Gameiro, bem mais fixe e não digam que não sou vossa amiguinha).
Beijoquinhas.
(para aqueles que já não podiam ver mais a cara do Sérgim aquando a sua passagem por esta casa, fica o Gameiro, bem mais fixe e não digam que não sou vossa amiguinha).
Beijoquinhas.
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